Tabela de controle de Temperatura Personalizada

Tabela de Controle de Temperatura Personalizada (Arquivo em PDF)

Para estabelecimentos de saúde. (Farmácias, Laboratórios, Consultórios, Clínicas e outros.)

Depois da compra envie os dados da empresa para personalizarmos a sua tabela. Será enviada por email.

Evite problemas com fiscalização. Adquira sua tabela agora!

Instruções

Esta ficha poderá ser utilizada em  Geladeira, Banho-maria, Bloco de Aquecimento, Estufa Bacteriológica, Estufa de Secagem, Freezer/Câmara, ou qualquer outro equipamento que possua controle de temperatura. E o seu correto preenchimento de suma importância:

  1. Inicialmente deve-se preencher o cabeçario da tabela com o nome do equipamento na sequência inserir a localização do equipamento, além do mês e ano em que o controle será utilizado.
  2. As especificações de temperatura permitidas devem ser preenchidas de acordo com o intervalo de variação de temperatura estipulado para o equipamento.
  3. Para efetuar o controle, a pessoa responsável pela leitura deve preencher a hora da leitura, a temperatura observada no momento atual (MOM) além das temperaturas de mínima (MIN) e máxima (MÁX) observadas.
  4. Após colocar a hora e a temperatura é muito importante que a pessoa responsável deixe a sua rubrica (RUB).
  5. O campo OBSERVAÇÕES destina-se aos detalhes quanto a manutenção, limpeza, e outras razões que impossibilitem a leitura da temperatura, e lá em baixo no canto inferior temos as legendas mais comuns para facilitar esse detalhamento.

Todos os equipamentos, de medição, apoio e ensaio, devem ser registrados e identificados. Para isto deve-se manter uma lista com os equipamentos, marca e modelo e seu número de registro. Além disso, todos os equipamentos de medição devem estar calibrados e sua re-calibração deve ser feita anualmente e nós já escrevemos sobre metrologia e a calibração dos sensores de temperatura para sanar diversas dúvidas a respeito.

Dicas importantes para um bom monitoramento da temperatura:

  1. Sabemos que o trabalho é intenso durante o dia e que isso provoca um grande número de abertura de portas das geladeiras ou câmaras, por isso é recomendado para estes equipamentos o uso de termômetros de máxima e mínima com o sensor mergulhado em glicerol.
  2. O termômetro de máxima e mínima permite que o responsável tome conhecimento da variação de temperatura desde a última medida, no entanto sabemos que a automatização possui dashboard milimetricamente pensados para auxiliar na gestão da cadeia do frio em tempo real.
  3. Geladeiras ou Câmaras devem ser identificadas conforme o material que armazenar (reagente e material biológico). A identificação deve ser feita com placas de biossegurança específicas para cada tipo de material. E tais materiais não devem ser armazenados juntos.
  4. Estufa de Secagem e Geladeira de reagentes e materiais biológicos não podem conter comida e bebida, esta ocorrência é considerada grave.
  5. A umidade em estufa bacteriológica deve ser mantida colocando água deionizada ou destilada em recipiente de boca larga, aberto, na sua parte inferior da estufa.
  6. Em banho-maria deve-se tomar cuidado para que o bulbo do termômetro permaneça imerso na água. A imersão é definida pelo tipo do termômetro que pode ser de imersão total ou parcial. Termômetros de imersão parcial devem estar imersos até a marca e os de imersão total totalmente submersos na água. O nível da água do banho-maria deve ser verificado semanalmente e uma marca deve ser feita, para sempre que o nível estiver inferior a marca coloque-se água destilada, refazendo o nível.
  7. Termômetro em estufa bacteriológica deve ter seu bulbo imerso em glicerol.
  8. Termômetro e/ou sensores devem permanecer sempre no mesmo lugar e posição e ser calibrado.
  9. Sempre que um termômetro de mercúrio quebrar, deve-se juntar o mercúrio com auxílio de pincel, colocando-o dentro de um recipiente de vidro e este dentro de outro.
  10. Deve-se proceder a limpeza dos equipamentos sempre que algum líquido é derramado em seu interior ou algum tubo quebre em seu interior.
A Ficha de Controle de temperatura deve permanecer junto ao equipamento. Ele é a evidência do controle e exigência em inspeções e auditorias. Seu arquivamento, após o total preenchimento deve ser feito por um período estipulado pela ANVISA.

O que você, sua equipe e sua instituição ganham com esses registros? Vão poder otimizar o tempo, economizar recursos financeiros, evitar falhas com perdas de matéria-prima e/ou medicamento  (consequentemente preservar melhor os insumos monitorados), entregar melhores produtos para os clientes, aumentar a confiança do mercado e permitir que gestores e equipes atuem em questões de mais alto nível.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.